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Amo viajar

9 agosto, 2016
foto por Jannes Glas (unsplash.com/@jannesglas)

Terça-feira é dia de tag, ao menos no BEDA. Então vamos falar de coisa boa? Vamos falar de viagem?
Não tenho certeza onde peguei essa tag, algum blog por aí, e joguei aqui nos rascunhos. Agora tirei o pó, e tá aqui.

1. Onde você nasceu?
Blumenau, Santa Catarina.

2. Onde você mora hoje?
Florianópolis, Santa Catarina.

3. Qual foi o destino da sua última viagem?
São Paulo, capital, em julho.

4. Qual é o destino da sua próxima viagem?
Planejando Buenos Aires, mas talvez vá pra Porto Alegre antes.

5. Qual foi sua melhor viagem?
Buenos Aires, minha primeira viagem grande/internacional/planejada.

6. Qual o lugar mais bonito que já visitou?
Recoleta, bairro de Buenos Aires.

7. Que lugar você quer muito visitar?
França!

8. Qual lugar você não tem tanta vontade assim de conhecer?
Miami. Não sinto o hype.

9. Onde você gostaria de estar agora?
Viajando, em qualquer lugar.

10. Onde é o seu “lar”, o lugar que você se sente mais feliz? E por quê?
Floripa, porque é onde moro, tenho minha vida, meu lar, gatos, namorado, amigos, etc.

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52 objetos #1

7 agosto, 2016
Olympus Trip 35

O quê: Câmera analógica Olympus Trip 35.
Por quê: Porque ela virou minha nova companheira.
Onde está: Na sala, em cima do gaveteiro/mesinha.
De onde veio: Eu e o namorado compramos na feira de rua em Montevidéu, Uruguai.

Inspirada na Livs e na Ana Carô, aproveitei o BEDA e falta de posts pra começar a tag 52 objetos.

O que é o projeto 52 objetos?

Em muitos anos no futuro alguém encontra uma caixa cheia de coisas que você possuiu e tenta descobrir que tipo de pessoa você era. Talvez essa caixa tenha fotografias, livros, documentos pessoais, roupas, talheres, bilhetes de shows ou até um pacote de chiclete. O que esses objetos diriam sobre você? Eles mostrariam um retrato fiel da sua vida? Qual história eles diriam?
A ideia original veio daqui e essa tradução da explicação é da Ana Paula. Você pode ver todos os outros objetos que escolhi aqui.

Compramos essa câmera em janeiro deste ano, na nossa andança pela Feria de Tristán Narveja, na cidade de Montevidéu no Uruguai. Nessa feira de antiguidades e quinquilharias tinha algumas câmeras variadas, mas olhamos essa e curtimos, já que estava em um melhor estado, e o vendedor garantia que ela funcionava. Eu já estava querendo uma câmera analógica, e como o namorado é /fotógrafo também ficou interessado. Barganhamos e resolvemos levar!

Já estávamos com filme analógico na viagem, pra outra câmera que não funcionou, e aproveitamos pra colocar nessa câmera e tirar umas fotos no restinho de viagem. Desde que compramos ela estou tentando fotografar sempre, mas acabo ou esquecendo a câmera, ou levando e não fotografando, ou não tendo o que fotografar. Então rola muitas fotos dos gatos dentro de casa, hahaha. Recentemente revelei o segundo rolo, e ainda falta muito o que aprender. Depois de anos sem usar, é muito mais difícil reaprender a tirar fotos sem display digital. É na cara e na coragem!

A câmera é muito boa, com vários ajustes de foco e modo de fotografia, o que faz ser muito divertido brincar aprendendo a mexer, pena que não tem foto de “teste”. Aqui tem umas dicas sobre.

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leitura

Rainbow Rowell

6 agosto, 2016
Rainbow Rowell

Rainbow Rowell é uma autora de livros jovens-adultos, nascida em Omaha nos Estados Unidos. Ficou conhecida com os livros Eleanor & Park e Fangirl, que receberam muitos elogios de crítica e público em 2013. Ela tem 5 livros lançados em inglês, e 4 deles em português.

Não tenho certeza de como acabei conhecendo a Rainbow Rowell, com certeza na internet, provavelmente em algum blog por aí. Sei que assim que ouvi falar sobre fiquei curiosa, e comprei Eleanor & Park. Em poucos dias devorei o livro e me apaixonei pela história, e pela forma que ela é contada.

Eleanor & Park

Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família.

Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Eleanor & Park - e o rabo do Thomas

Eleanor & Park – e o rabo do Thomas

Imediatamente me apaixonei pelos personagens principais, Eleanor e Park (ah é), e pela história deles. Começa com um clima meio adolescente, e aos poucos você se percebe no meio de uma história intensa, e com muito mais fatos por trás do que parece. É tenso, é romântico, é triste, e também é feliz. Fiquei surpreendida com o rumo da história, e cada vez mais buscando o final feliz dos personagens.

Você vai amar Eleanor, vai se apaixonar por Park, vai querer conhecer uma pessoa assim, que te entenda como eles se entendem, te conheça, saiba quem você é. Eleanor & Park é mais que um romance adolescente. Tem música indie, tem HQ, tem tramas paralelas, tem suspense, e tem sim, muito amor.

Outros livros

Fangirl

Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida – e ela é realmente boa nisso. Vive lendo e relendo a série; está sempre antenada aos fóruns; escreve uma fanfic de sucesso; e até se veste igual aos personagens na estreia de cada filme.
Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar. Ela não quer isso. Em sua fanfiction, um verdadeiro refúgio, Cath sempre sabe exatamente o que dizer, e pode escrever um romance muito mais intenso do que qualquer coisa que já experimentou na vida real.

Mas agora que as duas estão indo para a faculdade, e Wren diz que não a quer como companheira de quarto, Cath se vê sozinha e completamente fora de sua zona de conforto.
Uma nova realidade pode parecer assustadora para uma garota demasiadamente tímida. Mas ela terá de decidir se finalmente está preparada para abrir seu coração para novas pessoas e novas experiências.
Será que Cath está pronta para começar a viver sua própria vida? Escrever suas próprias histórias?

Rainbow Rowell - Livros

Anexos

Beth Fremont e Jennifer Scribner-Snyder sabem que alguém está monitorando seus e-mails de trabalho. (Todo mundo na redação sabe. É política da empresa.) Mas elas não conseguem levar isso tão a sério, e continuam trocando e-mails intermináveis e infinitamente hilariantes, discutindo cada aspecto de suas vidas.
Enquanto isso, Lincoln O’Neill não consegue acreditar que este é agora o seu trabalho ler os e-mails de outras pessoas. Quando ele se candidatou para ser agente de segurança da internet, se imaginou construindo firewalls e desmascarando hackers e não escrevendo um relatório toda vez que uma mensagem esportiva vinha acompanhada de uma piada suja. Quando Lincoln se depara com as mensagens de Beth e Jennifer, ele sabe que deveria denunciá-las. Mas ele não consegue deixar de se divertir e se cativar por suas histórias. No momento em que Lincoln percebe que está se apaixonando por Beth, é tarde demais para se apresentar. Afinal, o que ele diria…?

Ligações - Rainbow Rowell

Ligações – Rainbow Rowell

Ligações

Georgie McCool sabe que seu casamento está estagnado. Tem sido assim por um bom tempo. Ela ainda ama seu marido, Neal, e ele também a ama, profundamente – mas o relacionamento entre eles parece estar em segundo plano a essa altura.
Talvez sempre esteve em segundo plano.
Dois dias antes da tão planejada viagem para passar o Natal com a família do marido em Omaha, Georgie diz a ele que não poderá ir, por conta de uma proposta de trabalho irrecusável. Ela sabia que ele ficaria chateado – Neal está sempre um pouco chateado com Georgie –, mas não a ponto de fazer as malas e viajar sozinho com as crianças.
Então, quando Neal e as filhas partem para o aeroporto, ela começa a se perguntar se finalmente conseguiu. Se finalmente arruinou tudo.
Mas Georgie estava prestes a descobrir algo inacreditável: uma maneira de se comunicar com Neal no passado. Não se trata de uma viagem no tempo, não exatamente, mas ela sente como se isso fosse uma oportunidade única para consertar o seu casamento – antes mesmo de acontecer…
Será que é isso mesmo o que ela deve fazer?
Ou ambos estariam melhor se o seu casamento jamais tivesse acontecido?

Os livros da Rowell são leves, engraçados e atuais. Ela escreve sobre adolescentes, mas também escreve sobre adultos. Mas ela escreve sobre pessoas, pessoas que você pode se relacionar, pessoas com problemas, problemas reais, e que acham que estão fazendo tudo errado na vida (parece alguém? que tal todo mundo). Rainbow Rowell escreve pra todo mundo, e todo mundo deveria ler os livros dela.

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13 perguntas pessoais

5 agosto, 2016
liberté, egalité e beyoncé

Apelidada carinhosamente de tag petralha, fora temer, essa tag de perguntas pessoais foi sugerida no grupo pela Lidy, e é mais uma desculpa de post pro BEDA. E dá-lhe tag!

1. O que costuma pedir no Starbucks?
Onde eu moro não tem Starbucks, então, nada. Mas vivo em cafés e costumo pedir cappuccino ou mocaccino, principalmente. Gosto dos doces, mas não doce demais, se não fica enjoativo.

2. Qual item do teu armário tu não consegue viver sem?
Meu vestido cinza que comprei na Forever21 no Uruguai. Ele é bem básico, largão, com dois bolsos enormes, e é cinza mescla. Melhor peça, dá pra usar com tudo, e é super confortável.

3. Diga uma coisa que as pessoas provavelmente não sabem sobre ti:
Já respondi essa pergunta na outra tag, não sei mais o que dizer, a não ser que muita gente acha que sou lésbica antes de me conhecer por conta do meu cabelo raspado. Como se existisse um clube de lésbicas onde você só pode entrar se raspar o cabelo. A gente pode o que quiser tá? Bjs.

4. Diga uma coisa que tu quer fazer antes de morrer:
Conhecer a França.

5. Qual comida que tu não consegue viver sem?
Sem comida. HAHAHAHA. Muito difícil isso pra uma pessoa que ama comer, mas acho que massa. Sem massa não dá pra ser feliz.

6. Qual a frase que rege a tua vida?
Liberté, egalité e Beyoncé.

7. O que tu gosta e não gosta sobre o YouTube?
Gosto que a gente encontra tudo lá. Tutorial, receita, aqueles shows que você não conseguiu assistir na tv.
Não gosto da busca, passou e muito da hora de ter uma mais completa.

8. Qual a música que mais ouve?
Defying Gravity, do musical Wicked.

9. Como definiria o teu estilo?
Não sei como definir meu estilo, cada dia tenho vontade de usar coisas diferentes, é bem random. Mas uso muito preto, branco e cinza. Estampas só gosto de floral escuro. E principalmente gosto de roupas e calçados confortáveis, uso MUITA bota.

10. Número favorito:
Número 13. Juro que não é por causa da Taylor Swift.

11. Dois hobbies:
Escrever no blog (rere) e tirar fotos por aí.

12. Duas coisas que te irritam:
Ignorância e falta de educação.

13. Um prazer culposo:
Não gosto de fazer coisas e me sentir mal depois, prefiro pensar que “já foi, segue em frente”. Mas adoro gastar dinheiro e às vezes me sinto mal depois que estou pobre, hahaha.

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viagens

Uruguai

4 agosto, 2016
Latina Trip

No dia 28 de dezembro de 2015 subimos no carro rumo ao Uruguai, com a expectativa alta, e muitas horas de viagem pela frente. Foram dez dias de viagem, dois carros e sete pessoas, e eu vou tentar resumir aqui os lugares que visitamos e as minhas dicas pra quem estiver pensando em visitar o país.

CHUY

Divisa entre Brasil e o Uruguai, Chuy foi nossa primeira parada pra dormir na viagem. É uma cidade bem pequena, onde uma avenida divide entre Brasil e Uruguai. Basicamente o que tem pra se fazer lá é: compras nos free shops e câmbio. A cidade possui poucas opções de hotel, na sua maioria bem pequenos e simples. Como chegamos sem reservas, rodamos um pouco até achar um hostel com preço atrativo, e apesar dos mosquitos e da sujeira, deu pra passar a noite e descansar das 20 horas na estrada.
Em Chuy você consegue “entrar” no Uruguai sem nada, por ser divisa. Consegue ir nos restaurantes, nos free shops (que são no lado uruguaio), e até ir a praia. Mas para realmente entrar no país você passa pela imigração, mais adentro da cidade.

Dica 1: O peso uruguaio é uma moeda muito valorizada, então vale mais você trazer seu real e trocar na divisa. Caso vá direto pra Montevideo ou Colonia, verifique o câmbio aqui e lá, pois na divisa é mais barato.

ROCHA

Entramos no Uruguai pelo departamento de Rocha, que é cheio de praias lindas, super visitadas pelos Uruguaios. Ao contrário das mais turísticas e luxuosas, as praias de Rocha são mais rústicas, mais afastadas e reservadas, atraindo locais e surfistas.
E no caminho, aproveitamos para conhecer o Parque Nacional de Santa Teresa. Entramos pela parte que leva a histórica Fortaleza de Santa Tereza (que estava fechado para a nossa tristeza), e por isso passeamos pouco ali. Mas o Parque é gigante, com vários caminhos e serviços, e inclusive te leva a variadas praias. Como ainda tínhamos estrada pela frente, não ficamos muito tempo.

Parque Nacional de Santa Teresa - Uruguai

Parque Nacional de Santa Teresa

Seguindo viagem, paramos brevemente na cidade de Rocha, onde passeamos pelo centrinho, conhecendo praças e prédios públicos com arquitetura de época.

Curiosidade: por todo o Uruguai se vê diversos monumentos em homenagem a José Artigas, considerado um herói nacional, muito admirado pelo povo Uruguaio.

MALDONADO

Quando entramos no Uruguai nosso destino era Montevideo (mais ou menos 4h30 de viagem), mas acabamos passando a fronteira no fim da tarde. Quando saímos de Rocha já começava a anoitecer, mas aproveitamos pra passar pelo departamento de Maldonado no caminho. O lugar é de encher os olhos! Prédios e condomínios de luxo, e daí pra baixo. Lojas como Fendi, Chanel e Giorgio Armani.

Felizmente não paramos para dormir lá, ou já acabava o dinheiro da viagem no primeiro dia, hahaha. Apesar da riqueza extrema, vale a visita para conhecer o lugar, e sua ponte ondulada. Essa região também é conhecida por suas praias badaladas, sempre lotadas de turistas e festas, bem diferente das praias de Rocha.

Maldonado - Uruguai

Maldonado

MONTEVIDÉU

Chegamos na capital passada da meia-noite, exaustos e com muita fome. Como já era tarde passamos primeiro no hostel que reservamos, e perdemos um bom tempo resolvendo problemas porque tinham colocado outras pessoas no nosso quarto. No final, ficamos cada casal em um quarto com duas camas, mas como éramos em sete, um casal acabou tendo que dividir uma cama de solteiro naquele calor todo, sem ar. Lógico que o casal sortudo foi eu e meu namorado, mas sobrevivemos a noite.
Depois de deixadas as malas, achamos um lugar ainda aberto, jantamos e voltamos pro hostel descansar.

No dia 30, aproveitamos pra conhecer um pouco de Montevidéu, tomar café próximo a Plaza Independencia, passear pelo centro, visitar o Mausoleo de Artigas (olha ele aqui de novo), conhecer o belíssimo Teatro Solís, passear em um dos vários shoppings da cidade, e comer parrillada no Mercado del Puerto. Não vou nem linkar o hostel que ficamos (via Airbnb), porque não indico nem um pouco!

No dia 2 de janeiro voltamos só eu e o namorado pra Montevidéu, desta vez de ônibus. Reservamos o Hotel DaysInn, que fica bem na frente do terminal de ônibus/shopping Tres Cruces, e aproveitamos para fazer outros passeios que não havíamos feito. Deu pra conhecer o Jardín Botánico Prof. Atilio Lombardo, o maravilhoso Museo Juan Manuel Blanes (sério, visitem!), o Jardín Japonés que fica atrás do Museo Blanes, e o Jardín Rosedal que de rosas não tinha quase nada. Todos eles com entrada franca, menos o Blanes que custou 26 pesos uruguaios. Em Montevidéu compramos passagens para Punta Ballena, e fomos conhecer a famosa Casapueblo.

Museu Blanes e o namorado - Uruguai

Museu Blanes e o namorado

Casapueblo

A Casapueblo é a antiga casa de verão do artista/arquiteto Carlos Páez Vilaró, e que hoje é o museu do artista, e também uma galeria de arte, um hotel e um restaurante. A casa foi projetada e construída pelo próprio artista, que queria algo feito com as mãos, dele e dos pescadores da região que o ajudaram a construir.
O ponto atrativo da casa é assistir o magnífico pôr-do-sol na beira da sacada, e no fundo você escuta Carlos Vilaró recitando o poema de amor ao sol. Esse evento acontece todos os dias do ano, já que o museu nunca fecha, mas a sacada é disputadíssima.

Casapueblo - Uruguai

Casapueblo

Confesso que fiquei decepcionada quando entrei, o museu é bem menor do que eu esperava, sendo a maior parte da casa o hotel de luxo. Aliás, lá dentro você chega a pagar 8 reais em uma garrafa de água, então se estiver economizando nem pense em comer. A loja de presentes é cheia de coisas lindas, mas os valores dos produtos são em dólar, e os preços são a partir de $15. No final acabamos o passeio, ainda faltava um tempo pro pôr-do-sol, e mais ainda para o nosso ônibus de volta para Montevidéu.

Resolvemos sair e ver o pôr-do-sol de fora, que recomendo muito, porque você não precisa disputar lugar. É tudo aberto, e você consegue ver tudo. No fim descemos até a ponta de punta (!), e pra nossa felicidade achamos carrinhos de pancho (a versão uruguaia do cachorro-quente), e conseguimos matar a nossa fome sem ficarmos pobres. E dali, daquele lugar cheio de gente, assistimos um dos mais lindos pôr-do-sol da vida.

Pôr-do-sol de Punta Ballena - Uruguai

Pôr-do-sol de Punta Ballena

Mais Montevidéu

No dia 3 era domingo, então não tinha muitos museus abertos. Aproveitamos pra pegar a Feria de Tristán Narveja, no centro de Montevidéu, que acontece todos os domingos e vende-se tudo que você possa imaginar: de coisas antigas a bugigangas, animais, comidas, produtos de limpeza, tudo mesmo. Foi lá que encontramos uma câmera analógica e resolvemos levar na fé de que iria funcionar (e funciona!). Nesse dia fomos também no Centro Municipal de Exposiciones, que fica no subsolo e tem mais artes alternativas, a entrada é gratuita. No meio da tarde, com quase nenhum museu aberto, resolvi ir no Montevideo Shopping atrás da loja da Forever21. Chorei muitos pesos nessa hora.

NUEVA HELVECIA

A gente em cima da casa quando chegamos em Nueva Helvecia - Uruguai

A gente em cima da casa quando chegamos em Nueva Helvecia

Passamos boa parte da viagem em Nueva Helvecia, cidade do departamento de Colonia, onde mora uma tia e primas do namorado. A casa delas é no meio de terrenos enormes, cheio de plantações, bichos, e outras coisas. A noite, podíamos ver todas as estrelas no céu, por conta de pouca luz de cidade. Um lugar simples e pequeno, mas maravilhoso. Lá ainda encontramos uma cervejaria maravilhosa, onde comemos batata com molho de cogumelos, e podemos provar cervejas diferentes. Foi lá que provei minha primeira Paulaner. Também passamos o ano-novo em Nueva Helvecia, vendo os fogos da parte de cima da casa.

Vista de cima da casa - Uruguai

Vista de cima da casa

COLONIA DEL SACRAMENTO

Colonia foi a cidade que mais curti nessa viagem toda. Super turística, recebendo tanto pessoas que estão visitando o país, como muitos visitantes de Buenos Aires que pegam o barco até Colonia para passar o dia. A cidade com colonização portuguesa é pequena, e super fofa, se destacando das outras cidades uruguaias. Muitos museus, restaurantes, muitas flores, muito mar. Recomendo alugar uma bicicleta pra andar pela cidade, fica bem mais divertido.

Além das muitas fotos que tiramos pela cidade, visitamos o Farol que tem a vista da cidade toda, me arrependi depois que estava lá em cima e lembrei que não gosto de altura, haha. Não conseguimos pegar muitos museus abertos, infelizmente, mas conhecemos várias lojinhas com jardins escondidos, igreja, sorveteria, e inúmeras casas floridas. Comemos um nhoque maravilhoso em um restaurante muito lindo, e passamos muito calor andando pelas ruas de pedras.

uma das muitas casas lindas e floridas de Colonia - Uruguai

uma das muitas casas lindas e floridas de Colonia

Uruguai é um país muito pequeno, e com uma cultura uruguaia fortíssima. Mesmo na capital Montevidéu encontramos pouca variedade de comidas, além das típicas parrila, chivito, e pancho. Já em Colonia entramos em outro universo, e senti falta disso no resto da viagem. Colonia del Sacramento é uma cidade mágica, maravilhosa, e quero muito voltar lá.

OUTRAS CIDADES

Como passamos alguns dias em Nueva Helvecia de carro, aproveitamos para passear nas redondezas e conhecer outros lugares, como a Playa Fomento, a cidade de Carmelo, Durazno e Rivera, onde fizemos nossa “parada final”.

Rivera

A famosa cidade dos free shops e cassinos. Nossa última parada na viagem foi na cidade divisa com o Brasil, onde também alugamos um apartamento via Airbnb, e dessa vez foi bom. A cidade tem muitas opções de free shops, o mais famoso é o Siñeriz, que tem a loja no centro, e também o shopping que é gigante. Por ser o mais popular não quer dizer que é o mais barato, mas com certeza é o com mais opções. Compramos várias coisas em lugares diferentes, sempre fazendo o cálculo do dólar pra ver o que valia mais a pena.

Em Rivera também existem muitos cassinos, que são a atração da cidade. Chegamos a entrar em um e jogarmos os restos dos nossos pesos, mas não ganhei nenhum dinheiro de volta.

Dica 2: o valor do dólar nos free shops é sempre menor que nas casas de câmbio. Confira antes o valor do câmbio, no site do Siñeriz é uma boa, mas em geral vale mais você levar seu real pra lá.

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links

Links da semana #4

3 agosto, 2016
foto por storehousehomedecor.com.br

O BEDA ajuda a desenterrar até os posts que não fazia mais, mas aqui estamos de volta! Dá uma olhada nos links do que tô curtindo essa semana.

  • O maravilhoso FontShop fez um post sobre a tipografia nos filmes Star Trek.
  • Tô decorando o apartamento que eu moro, então tenho olhado muitas referências. Adoro ver as dicas e fornecedores do @apartamento.33, instagram do apê da Debora do Tudo Orna.
  • E já que estamos falando em decoração de apartamento, tô com várias coisas da Storehouse na shoplist.
  • Tem também a Collector55, que tá mais pra wishlist, enquanto não sou rica.
  • O freela desse mês resultou nesse site lindo! O Portal Catarinas é o primeiro portal de jornalismo especializado em feminismo e perspectiva de gênero. Corre lá pra ver muita matéria linda e empoderadora.

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